terça-feira, 14 de maio de 2019

Aline Barros sofre ataque web, e tem rosto montado em fotos íntimas.

Fuxico Gospel como sempre, trouxe mais uma bomba para esta segunda-feira. O portal já havia publicado uma matéria que falava dos ataques que Samuel Mariano vem sofrendo via internet, desta vez a vítima é a cantora gospel Aline Barros.     Segundo o Fuxico Gospel, o rosto de Aline Barros esta circulando em vários sites de conteúdo adulto, isto desde de 2015, nas fotos, Aline Barros esta totalmente nua e em posições sensuais, as imagem é uma pura e descarada montagem feita para denegrir a imagem da cantora.      O grande problema, é que muitos desavisados estão recebendo essas imagens via Whatsaap, e tidas como verdades, e essas montagem são passada de pessoas para pessoas em um efeito viral, prejudicando assim a imagem da vítima.    Vale ressaltar que denegrir uma pessoa pode acarretar em processos judiciais. Samuel Mariano por exemplo já esta tomando todas as medidas para que os responsáveis venha pagar pela difamação.     No caso dele é a mesma coisa em relação a Aline Barros, imagens de “nudes do cantor” corre a todo vapor na internet e whatsapp, evidente que tudo não passa de uma grande montagem. As foto montagem de ambos não colocaremos em nosso portal em respeito a eles mesmo. 
fonte: gospel geral

quinta-feira, 25 de abril de 2019

reforma da Previdência e aprovada na ccj

 
fórmula de cálculo do benefício da proposta de reforma da Previdência, que atualmente tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ),  permite que quem trabalhar e contribuir por mais anos receba benefícios menores do que quem contribuir menos. Isso porque os 2% ao ano adicionados ao valor do benefício, a partir de 20 anos de contribuição, condição mínima para solicitar a aposentadoria, de acordo com a proposta, não acompanham a diluição do valor da aposentadoria quando calculada a média de 100% dos salários de contribuição, uma das novidades da PEC 6/2019 em relação ao cálculo atual, que considera os 80% dos maiores salários.   
A falha foi detectada por Márcio Carvalho, analista financeiro, doutor em matemática aplicada pela Universidade do Colorado (EUA). Além de Márcio, o Correio ouviu também o financista Fábio Gallo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que confirmou a distorção. Em todas as simulações, pessoas que contribuíram além do mínimo necessário pela nova proposta, mas com salários menores, tiveram o valor de seus benefícios reduzidos mesmo tendo recolhido mais para a Previdência. 
Em uma das simulações do matemático, detalhada no gráfico, ele imagina duas mulheres que nasceram no mesmo ano, mas uma delas começa a trabalhar aos 18 anos, recebendo salário mínimo mensal por cinco anos, enquanto cursa faculdade. A segunda mulher começa a trabalhar depois de formada. A partir daí, ambas trabalham durante 33 anos, contribuindo pelo teto. A moça do primeiro exemplo terá um benefício menor ao se aposentar, a despeito de ter contribuído mais. O exemplo de Carvalho derruba o argumento que vem sendo defendido pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo o qual, a reforma penaliza as classes mais favorecidas.
A incoerência envolve apenas trabalhadores da iniciativa privada que estão no Regime Geral da Previdência Social (RGPS). Foram desconsiderados os impactos da inflação e da correção monetária. Os valores do salário mínimo e do teto previdenciário utilizados são os atualmente vigentes: R$ 998 e R$ 5.839,45, respectivamente.
Em outro exemplo simulado por Carvalho, uma pessoa que contribuiu por 20 anos sobre um salário de R$ 4 mil até completar 65 anos terá direito a 60% da média de todas as suas contribuições, logo, seu benefício mensal será de R$ 2,4 mil. Por outro lado, alguém que tenha contribuído por 25 anos até completar 65 anos da seguinte forma: 20 anos sobre um salário mensal de R$ 4 mil e mais cinco anos sobre um salário mensal de R$ 1 mil,terá uma situação diferente. Ao se aposentar, terá direito a receber 70% da média de todos os salários de contribuição. Isso porque a PEC propõe adicional de 2% para cada ano trabalhado além dos 20 anos básicos. Logo, seu benefício mensal será de R$ 2.380. “A situação do último exemplo não é justa, nem coerente”, afirma Carvalho.  

fonte: cb