sábado, 18 de março de 2023

TERRORISMO NO RIO GRANDE DO NORTE

 

Pelo menos 17 cidades do Rio Grande do Norte tiveram uma madrugada de terror


Nesta terça-feira (14), nada menos que 17 municípios do Rio Grande do Norte foram alvos de verdadeiro terror com vários tiroteios e incêndios criminosos atingindo prédios públicos, lojas e veículos. Enquanto a polícia relatou uma vítima em um confronto com as forças de segurança, dois indivíduos foram colocados sob custódia. O link anexo contém imagens de veículos carbonizados fumegando em um estacionamento de Tibau do Sul.

Vários locais foram alvo dos ataques, incluindo um tribunal de justiça, duas bases da Polícia Militar, uma prefeitura e um banco. Os danos também se estenderam a carros estacionados em ruas e garagens públicas, além de uma oficina de motocicletas. A madrugada viu o Fórum de Justiça de Parnamirim, na Grande Natal, crivado de balas. Enquanto isso, um ônibus e dois carros do departamento de obras foram incendiados na cidade. O incêndio resultante se espalhou para a rede elétrica, derrubando a energia de 107 casas no bairro de Emaús.

A Zona Oeste de Natal presenciou um evento calamitoso quando duas bases da Polícia Militar foram alvo de assaltantes. Os criminosos atacaram o prédio da PM com disparos de arma de fogo e até tentando incendiá-lo.

O terror em Mossoró, a segunda maior cidade do estado situada no oeste potiguar tiveram como alvos um prédio de abastecimento de veículos municipais de competência da prefeitura, além de dois caminhões da prefeitura no bairro Parque das Rosas e um caminhão de lixo no bairro Redenção.

O senador Rogério Marinho chamou esse terror todo de “lamentável” e lembrou que Mossoró e Natal estão entre as cidades mais violentas do Brasil. Uma “noite de terror”, disse o Senador.


fonte: Join Allan Dos Santos 



domingo, 12 de março de 2023

Pastor da Assembleia de Deus é criticado por retirar seu apoio à CPMI de 8 de janeiro

 

Opositores ao governo Lula estão denunciando uma articulação feita pelo petista para tentar desmobilizar a formação da CPMI do 8 de janeiro. Isso, porque, alguns deputados que já haviam manifestado apoio à medida, como o Pastor Gil (PL-MA), da Assembleia de Deus do Maranhão, resolveram voltar atrás. O Pastor Gil é um dos três deputados que até o momento cederam ao desejo de Lula, retirando a sua assinatura para a formação da Comissão Mista Parlamentar de Inquérito do 8 de janeiro. Os demais foram Célio Silveira (MDB-GO) e Chiquinho Brazão (União Brasil-RJ), segundo a revista Oeste.A CPMI do 8 de janeiro é uma iniciativa da base aliada ao ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, e tem por objetivo investigar quais são os verdadeiros culpados pela invasão e vandalismo contra as sedes dos Três Poderes, em Brasília, no começo do ano.Isso porque, para os deputados da oposição, os atos criminosos ocorridos em 8 de janeiro teriam sido praticados por supostos “infiltrados” da esquerda entre os manifestantes contrários à eleição de Lula. Ao saber da decisão do Pastor Gil de retirar a sua assinatura para a instalação da CMPI do 8 de janeiro, o pastor e escritor Geremias Couto reagiu criticamente contra o colega de ministério, questionando sobre qual “tipo de pressão” ele teria cedido em prol de Lula. Diferentemente de uma CPI, a CPMI do 8 de janeiro é formada por deputados e senadores federais. No Senado, a oposição conseguiu 33 assinaturas, mais do que as 27 necessárias, enquanto na Câmara foram alcançadas 189 assinaturas, mais do que as 171 necessárias.


fonte:gospel +