sábado, 3 de setembro de 2011

“EXPOCRISTÃ 2011″: Maior feira cristã da América latina


A EXPOCRISTÃ está completando na edição 2011 exatos 10 anos de feira, uma década inteira de permanência sendo a maior feira cristã da América latina.
Um evento que além de fomentar o desenvolvimento de produtos cristãos, é um encontro que visa também promover a comunhão e a celebração de um Deus vivo. Em cada edição da ‘Expo’ é possível encontrar-se de tudo, desde shows de música gospel, a palestras e pregações de famosos pregadores, além de estandes com tudo que há de novo e interessante para ajudar você a se aprofundar cada vez mais no universo cristão.
A 10ª edição pretende repetir o sucesso de 2010 que reuniu no ‘Expo Center Norte’, mais de 160 mil pessoas. Para que tudo ocorra bem e debaixo da dependência de Deus durante os cinco dias de evento, um grupo de intercessores começou no dia 11 de agosto uma ‘Campanha de 40 dias’ de oração pela organização, músicos e editores cristãos, expositores, pastores e líderes, igrejas e ministérios, grupos de evangelização e responsabilidade social, pela segurança dos visitantes, autoridades brasileiras, celebração inaugural, caravanas, pelas vidas que visitarão o evento, pelo o Brasil e o estado de São Paulo.
  • Informações sobre o evento:
Local: Anhembi Parque – (SP). Pavilhão Oeste / Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana; São Paulo – SP CEP: 02012-02
reportagem:cami frança/manancial noticias

sábado, 6 de agosto de 2011

ONU critica o Brasil por permitir ensino religioso em escolas

Centenas de escolas públicas em pelo menos 11 Estados do Brasil não seguem os preceitos do caráter laico do Estado e impõem o ensino religioso, alerta a Organização das Nações Unidas. Em relatório a ser apresentado na semana que vem ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, a situação do Brasil é criticada.
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O documento foi preparado pela relatora da ONU para o direito à cultura, Farida Shaheed, que também alerta que intolerância religiosa e racismo “persistem” na sociedade brasileira. A relatora apela por uma posição mais forte por parte do governo para frear ataques realizados por “seguidores de religiões pentecostais” contra praticantes de religiões afro-brasileiras no País. Uma das maiores preocupações é o com o ensino religioso, assunto que pôs Vaticano e governo em descompasso diplomático.
Os Estados citados por Farida, que visitou o País no final do ano passado, são Alagoas, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
A relatora diz ter recolhido pedidos para que o material usado em aulas de religião nas escolas públicas seja submetido a uma revisão por especialistas, como no caso de outros materiais de ensino. Além disso, “recursos de um Estado laico não devem ser usados para comprar livros religiosos para escolas”, esclarece.
Para Farida, “deixar o conteúdo de cursos religiosos ser determinado pelo sistema de crença pessoal de professores ou administradores de escolas, usar o ensino religioso como proselitismo, ensino religioso compulsório e excluir religiões de origem africana do curriculum foram relatados como principais preocupações que impedem a implementação efetiva do que é previsto na Constituição”.
Legislação. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação diz que o ensino religioso deve ser oferecido em todas as escolas públicas de ensino fundamental, mas a matrícula é facultativa. A definição do conteúdo é feita pelos Estado e municípios, mas a legislação afirma que o conteúdo deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa e proíbe qualquer forma de proselitismo.
“Em tese, deveria haver um professor capaz de representar todas as religiões. Mas, como sabemos, é impossível”, explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP). “Além disso, a aula não é tratada efetivamente como facultativa. O arranjo é feito de tal forma que o aluno é obrigado a assistir.”
Roseli explica que o modelo brasileiro é pouco usual nos países em que há total separação entre Estado e religião. “Até Portugal, que no regime de Salazar tornou obrigatório o ensino religioso, aboliu as aulas. Educação religiosa deve ser restrita aos colégios confessionais. Lá, o pai matricula consciente.”
Fonte: Estadão/manancial noticias
diretor de jornalismo: renato cavellera/ em parceria http://noticias.gospelmais.com.br/author/renato